Publicado em: 16 de dezembro de 2024
e atualizado em: 24 de janeiro de 2025
Estudos realizados no Brasil demonstram que a média da ingestão de vitamina E dos brasileiros é de 4,9 mg/dia, valor abaixo do preconizado para adultos. A deficiência de vitamina E tem sido associada a sintomas secundários à má absorção de gorduras e pode levar à neuropatia periférica e ao aumento da hemólise eritrocitária. Níveis séricos de vitamina E podem ser causados pelo consumo inadequado de gorduras, proteínas e um aumento do consumo de alimentos pobres nutricionalmente como os alimentos industrializados. Outro público potencialmente afetado pela deficiência de vitamina E são os pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica, principalmente aqueles que fizeram procedimentos disabsortivos, visto que a vitamina E é uma vitamina lipossolúvel absorvida nas primeiras porções do intestino delgado. Além disso, a vitamina E age como um antioxidante, deixando os radicais livres menos reativos e, assim, auxiliando na proteção de seus danos. A geração de radicais livres é um processo contínuo e f isiológico no corpo humano, bem como a produção de mecanismos de defesa antioxidante. O estresse oxidativo decorre de um desequilíbrio entre o componente oxidante e antioxidante, com a geração excessiva de radicais livres. Tal processo pode causar danos biomoleculares e, que de maneira crônica, podem ser implicadas no aparecimento de doenças como aterosclerose, transtornos neurodegenerativos, diabetes e câncer. Estudos sugerem que a vitamina E possa ser utilizada como adjuvante em pacientes sem diabetes e com esteato-hepatite-não-alcoólica (do inglês NASH).
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